Estudante faz iogurte utilizando bactérias da sua própria vagina: depois, comeu-o

Vamos diretos ao assunto nesta situação: depois de veres isto, provavelmente não vais voltar a pensar em iogurte da mesma maneira. Considerem-se avisados.

Tradicionalmente, os iogurtes são feitos quando as bactérias convertem a lactose do leite em ácido lático, daí ficar mais espesso. Até aqui, tudo bem, certo? Pois bem, uma estudante de doutoramento, Cecilia Westbrook, decidiu fazer um iogurte a partir das bactérias da sua própria vagina.

A sua amiga, Jent Jay, escreveu à Vice acerca da experiência, dizendo: “Ela sabia o suficiente da química da vagina para pensar que comer um iogurte vindo das bactérias das suas partes baixas ia ser bom para ela”.

Assim, foi explicado que a recolha das bactérias foi feita com uma colher de madeira. Depois, as bactérias em conjunto com alguns ingredientes caseiros acabaram por formar o iogurte. Depois, a própria Cecilia comeu o iogurte todo com mirtilos…

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Apesar de não parecer mau de todo, de acordo com Larry Forney, um biólogo da Universidade de Idaho, a ideia não foi muito boa.

Forney disse: “Quando utilizas secreções vaginais, não estás só a tirar o necessário para fazer iogurte. Estás a tirar tudo”. Bem, “tudo” não era algo que nós quiséssemos comer ao pequeno almoço…

Bactérias de vagina, imagine-se…