Homem furioso confronta o farmacêutico que insultou a sua mulher


 

Um homem chegou a casa e encontrou a sua mulher a chorar. Ela estava completamente histérica devido a algo que tinha acontecido mais cedo nesse dia.

Em lágrimas, ela começou a explicar ao marido o que tinha acontecido naquela manhã. Ela tinha contactado o farmacêutico para fazer uma pergunta relativamente a uma dúvida que tinha e alegou que a mesma a tinha insultado de forma terrível ao telefone…

Irritado ao ver a sua mulher naquele estado, o homem dirigiu-se até à farmácia para confrontar o farmacêutico e exigir que este pedisse desculpa à sua mulher.

Quando chegou, foi de imediato ter com o farmacêutico que tinha falado com a sua mulher ao telemóvel. Ele parecia estar stressado e ligeiramente ocupado mas nem isso impediu que o homem fosse gritar com ele. A meio da “descasca” que o homem estava a dar ao farmacêutico, este último decide pará-lo e dizer: “Deixe-me contar o meu lado da história”.

E deu a sua explicação:

“Esta manhã, o meu despertador não tocou e por isso acordei atrasado. Saí de casa sem tomar pequeno almoço e apressei-me até ao carro. Depois, apercebi-me que fechei a porta de casa com a chave de casa e a chave do carro lá dentro. Tive de partir a minha janela para ir buscar as chaves. Depois, ao conduzir, estiquei-me com a velocidade e apanhei uma multa por excesso de velocidade”.

“Mais tarde, a três quarteirões da farmácia, tive um furo no pneu. Quando entrei ao serviço, estava uma fila enorme de clientes irritados. Eu percebi que eles estavam a depender de mim para obter a sua medicação e por isso despachei-me a ir para o balcão. O telefone não parava de tocar…”

E continuou…

“Depois, uma mulher que pagou com dinheiro fez com que eu tivesse de ir buscar moedas para lhe dar o troco. As moedas todas que eu fui buscar acabaram por cair ao chão e eu tive de apanhar aquilo tudo. Entretanto, o telefone continuava a tocar”.

“Ao levantar-me do chão, bati com a cabeça na mesa e fui contra o armário dos perfumes, sendo que acabei por mandar aquilo tudo ao chão. Entretanto, o telefone continuava a tocar e eu finalmente consegui atender. Era a sua mulher. Ela ligou porque tinha uma pergunta para fazer…”

“Acontece que ela queria saber como utilizar um termómetro retal e eu não faço ideia do que fiz de mal meu senhor, porque para ser honesto, tudo o que eu lhe disse era onde é que ela o devia meter!”, concluiu.

Ouvir ambos os lados da história é sempre importante…