9 coisas que desconheces acerca do abocanhamento do malaquias!

9 coisas que desconheces acerca do abocanhamento do malaquias!

Enquanto os livros de história estão recheados com as primeiras descobertas de tudo, seja o primeiro avião a sobrevoar o globo, a primeira transmissão de rádio ou o primeiro presidente, há uma coisa que é tristemente omitida das pessoas: a primeira chamada para Tóquio alguma vez feita.

A sério, quem foi a primeira pessoa que olhou para um sardão e achou por bem abocanhá-lo todo?

Depois de alguma pesquisa intensiva, aparentemente o fellatio já remonta aos tempos da pré-história. O paleontólogo francês Yves Coppens sugere que a famosa Lucy (a primeira mulher pré-histórica) foi a primeira a fazer tal serviço, há 3.2 milhões de anos atrás.

Mas também os egípcios deram indícios de que praticavam o sexo oral, isto através de pinturas nas cavernas e também de mitos. Para além disso, também há hieróglifos que comprovam que já havia homens a sugarem-se mutuamente. E, com estes dados históricos, conseguimos saber muito acerca da real sugadela do malaquias. Eis a seguir 9 factos interessantes sobre isso, que provavelmente desconheces…

1. Na Roma Antiga, os homens de estatuto podiam receber mas nunca fazer

Era uma prática comum na Roma Antiga. A nobreza e os soldados recebiam o belo do sexo oral, enquanto que os escravos e as classes baixas eram aqueles que se ajoelhavam. De forma interessante, o homem era visto como o participante activo do acto, enquanto que a mulher era vista como passiva, pois era ela a “receber” o pénis. Na verdade, devido aos parâmetros da sociedade na altura e ao estatuto do homem, um homem que recebesse um broche da sua mulher e que retribuísse o favor à amada era visto como um autêntico perdedor!

2. Em algumas culturas, beber sémen reforça a virilidade

Em imensas culturas, ingerir sémen é quase que como um ritual. Na verdade, os chineses referem-se a isso como “essência de yang” e, para atingir a luz, o esperma nunca deve ser desperdiçado. Nos manuais da Antiga China, falam das várias maneiras em que os homens transferiam o seu sémen para os seus cérebros. Até nos tempos modernos, há inclusive algumas tribos na Papua Nova Guiné que requerem a homens novos que façam o fellatio e ingiram o sémen como forma de transição para a vida adulta.

3. Na Antiga Índia, chupar uma banana não representava o broche mas chupar uma manga sim

Há um capítulo chamado “Auparishtaka”, conhecido como “congresso do oral” no Kama Sutra que tem um manual passo a passo de como abocanhar um sardo. Eis uma passagem particularmente engraçada desse capítulo: “Quando, da mesma forma, ele mete metade dele na sua boca, dando-lhe beijos e sugando-o, é chamado “chupar uma manga”.

E nós a pensar que essas palhaçadas só eram feitas com as bananas…

4. O broche não é bem visto pela igreja

Como grande parte de vocês sabem, qualquer sexo que não seja feito com o intuito de procriar, de acordo com muitas religiões, é um autêntico taboo. No século XIX, todos aqueles que praticassem o fellatio, carícias, lesbianismo ou masturbação iriam ter consequências! A influência dos parâmetros da religião contra o sexo oral ainda pode ser visto nos dias que correm, sendo que os véus servem, em parte, para manter a pureza da boca, de acordo com o historiador dos bicos, Theirry Leguay.

5. Aparentemente, a Cleópatra mamou vários homens, ao mesmo tempo

A lenda diz que a histórica rainha egípcia mamou mais de 100 nobres romanos durante uma autêntica orgia maratona. Ela ganhou mesmo a alcunha de “Meriochane”, que traduzido é algo como “alguém que se abre para 10 mil homens”, no vocabulário de hoje. Sem julgamentos, Cleópatra.

6. O sexo oral ressuscitou um deus egípcio

Eis um mito muito conhecido. Supostamente, Osiris, um Deus que havia sido morto pelo seu irmão, foi trazido de volta à vida depois de o seu falo ter sido sugado pela sua irmã. Há mais pormenores, mas isto é mais do que o suficiente…

7. Antigamente, faziam-se broches como forma de punição

Antigamente, a punição em Roma para aqueles que quebravam as leis era de fazer sexo oral às pessoas que prejudicaram com os seus actos. De facto, nas ruínas de Pompeia, arqueologistas descobriram graffitis a dizer “Lahis fellat assibus duobus”, que traduzido é algo como “Lahis fez broches pela sua sentença”.

8. Os peruanos dos tempos antigos decoravam bibelôs com adereços de teor sexual!

Parece que esta civilização que existiu entre os anos 100 e 800 AD (antes dos Incas) no Perú, criou inúmeros bibelôs em cerâmica, todos eles a representar actos sexuais bem sugestivos. Estes objectos incluíam pessoas, esqueletos e até animais em posições comprometedoras.

Se googlares “Moche Sex Pots”, nãao te vais arrepender…

9. “Frenching” não significa beijar…

No Renascimento, “frenching” era a palavra mais curta para qualquer tipo de beijo na genitália. Pelo menos é o que um artigo na Playboy demonstra. Começou em França mas rapidamente se propagou pelos gregos, brasileiros e polacos. O termo ainda é utilizado hoje em dia, como calão. Vive la France!